O professor de filosofia parou na frente da classe, e sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns 2 cm de diâmetro.
Então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio.
Eles concordaram que estava.
Aí o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos e os jogou dentro do vidro, agitando-o levemente.
Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras.
Ele então perguntou novamente se o vidro estava cheio.
Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio.
Então o professor pegou uma caixa com areia e despejou-a dentro do vidro, preenchendo o restante.
Agora, disse o Professor, eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida.
As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a sua vida.
Os pedregulhos menores são as outras coisas que importam, como o seu emprego, sua casa, seu carro.
A areia representa o resto: as coisas pequenas.
Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras.
O mesmo vale para a sua vida.
Cuidem das pedras primeiro.
Das coisas que realmente importam.
Estabeleçam suas prioridades.
O resto é só areia!
(Texto de Autoria Desconhecida)
Se deseja compartilhar e divulgar estas informações, reproduza a integralidade do texto e cite o autor e a fonte. Obrigada Hospital Espiritual do Mundo.
NOTA.: As imagens usadas neste site foram tiradas da net sem autoria das mesmas. Caso alguém conheça o autor das imagens, agradeceremos se nos for comunicado, para que possamos conferir os devidos créditos. Grata, Esperança.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
GALINHADA MINEIRA
Ingredientes
4 colheres (sopa) óleo
1 cebola em rodelas
2 dentes alho picados
1kg coxa e sobre coxa de frango
3 tomates picados sem pele e sem sementes
2 pimentões em cubos (verde e vermelho)
250g arroz parboilizado
1 folha louro
2 tablete caldo de galinha
1 colher (café) açafrão em pó
água em quantidade suficiente
300g ervilhas frescas
pimenta-do-reino e cheiro verde a gosto
Modo de preparo
Frite no óleo a cebola, o alho e o frango até ficar bem dourado
Acrescente os tomates, os pimentões, o arroz, o louro e refogue
Então coloque o caldo de galinha, o açafrão,a pimenta, a água e misture.
Cozinhe até o arroz ficar macio
Misture as ervilhas, o cheiro verde e sirva.
4 colheres (sopa) óleo
1 cebola em rodelas
2 dentes alho picados
1kg coxa e sobre coxa de frango
3 tomates picados sem pele e sem sementes
2 pimentões em cubos (verde e vermelho)
250g arroz parboilizado
1 folha louro
2 tablete caldo de galinha
1 colher (café) açafrão em pó
água em quantidade suficiente
300g ervilhas frescas
pimenta-do-reino e cheiro verde a gosto
Modo de preparo
Frite no óleo a cebola, o alho e o frango até ficar bem dourado
Acrescente os tomates, os pimentões, o arroz, o louro e refogue
Então coloque o caldo de galinha, o açafrão,a pimenta, a água e misture.
Cozinhe até o arroz ficar macio
Misture as ervilhas, o cheiro verde e sirva.
BOLAS DE CARNE
NGREDIENTES
100g de tomate picado
50g de cebola picada
50g de pimentão verde picado
50g de cheiro verde picado
3 colheres (sopa) de molho shoyu
½ xícara (chá) de molho caseiro
1kg de carne moída
Sal e colorau a gosto
Molho caseiro:
1 garrafa de vinagre
2 cabeças de alho
2 cebolas pequenas picadas
1 colher (sopa) de pimenta do reino
MODO DE PREPARO
Bolas de carne:
Numa tigela coloque tomate, cebola, pimentão verde, cheiro verde, molho shoyo, molho caseiro, carne moída, sal e colorau e misture bem com as mãos. Pegue pequenas porções de massa de carne e faça bolas (com cerca de 120g cada). Frite as bolas de carne numa frigideira com um pouco de óleo em fogo médio até dourar. Retire e sirva em seguida.
Molho caseiro:
Coloque no liquidificador vinagre, alho, cebolas e pimenta do reino e bata bem até ficar uma mistura homogênea. Transfira a mistura para um pote com tampa e guarde na geladeira.
Reprodução Site Mais Você / Receita: Dona Zenaide
Fiz essa delícia,é tão bom que, resolvi postar aqui pra vocês que não tiveram a oportunidade de assistir.Experimentem, eu recomendo.
CASQUINHA DE SIRI
NGREDIENTES
1/2 kg de carne de siri
2 colheres de azeite de oliva
2 tomates maduros picados (sem pele e sem sementes)
1/2 vidro de leite de coco
1 colher de sobremesa de azeite de dendê
Sal e pimenta a gosto
Salsinha e cebolinha
2 colher de sopa de farinha de rosca
1 dente de alho amassado
1 cebola grande picada
1 colher de sopa de extrato de tomate
1 xícara de água quente
1/2 xícara de leite
5 fatias de pão de forma sem casca esmigalhado
queijo parmesão ralado para gratinar
PREPARO
Aqueça o azeite, e frite a cebola e o alho
Acrescente a carne de siri e deixe refogar um pouquinho.
Junte os tomates picados o extrato a água e deixe cozinhar.
Acrescente o leite de coco, o sal e a pimenta, e o azeite de dendê e deixe apurar mais um pouco.No liquidificador bata o pão com o leite, junte ao refogado, coloque a farinha de rosca mexendo sempre até aparecer o fundo da panela. Coloque o cheiro verde.
Encha as casquinhas, polvilhe com o queijo ralado e leve ao forno para gratinar
Queijo ralado e farinha de rosca para gratinar
Conchas para serem recheadas
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
BROA DE FUBÁ
INGREDIENTES
1/2 k de farinha de trigo
1/2 k de fubá
400 g de açúcar
200 ml de leite morno
100 ml de óleo
1 colher(sopa) de fermento em pó
1 colher(café)de sementes de erva-doce
4 ovos
PREPARO
Em uma bacia grande junte todos os ingredientes.Amasse com as mãos até obter uma massa homogênea,(se precisar de mais leite ou mais farinha, vá colocando aos pouquinhos)faça bolinhas no tamanho desejado,coloque em assadeira untada com manteiga,com a palma da mão dê uma achatadinha em cada bolinha para dar-lhe o formato de broa.Asse em forno médio já aquecido por aproximadamente 25a30 minutos,quando começar dourar em baixo estará pronta.
Para embalar em filme plastico ou guardar em latas,potes e vidros,é preciso deixar esfriar completamente.
domingo, 2 de outubro de 2011
FILÉ DE MERLUZA GRELHADO AO MOLHO DE ALHO PORÓ
INGREDIENTES
500g de filé de merluza temperados com sal, pimenta-do-reino a gosto e 1 colher de (sopa) molho de soja
manteiga para grelhar
MOLHO
1 alho poró fatiado
1/2 caixinha de creme de leite
1 colher de (café)suco de limão
PREPARO
Em uma frigideira ante-aderente, untada com manteiga ,grelhe os filés até que fiquem dourados.Retire-os e arrume em um prato, na mesma frigideira refogue ligeiramente o alho poró,junte o creme de leite e o suco de limão,deixe ferver por 1 minuto, acerte o sal e sirva juntamente com o peixe.
500g de filé de merluza temperados com sal, pimenta-do-reino a gosto e 1 colher de (sopa) molho de soja
manteiga para grelhar
MOLHO
1 alho poró fatiado
1/2 caixinha de creme de leite
1 colher de (café)suco de limão
PREPARO
Em uma frigideira ante-aderente, untada com manteiga ,grelhe os filés até que fiquem dourados.Retire-os e arrume em um prato, na mesma frigideira refogue ligeiramente o alho poró,junte o creme de leite e o suco de limão,deixe ferver por 1 minuto, acerte o sal e sirva juntamente com o peixe.
Pesquisa realizada em 17 países mostra que macarrão é a comida preferida pela maioria das pessoas - O Globo
Pesquisa realizada em 17 países mostra que macarrão é a comida preferida pela maioria das pessoas - O Globo:

BENDITA MASSA NOSSA DE CADA DIA!
Sabe-se que o macarrão começou a ser preparado logo que o homem descobriu que podia moer alguns cereais, misturar com água e obter uma pasta cozida ou assada. É difícil dizer, porém, onde e quando isso aconteceu. A história do macarrão se confunde com alguns fatos históricos, que mostram a trajetória desse apreciado produto ao longo dos séculos.
Textos de civilizações antigas relatam que os assírios e babilônios, por volta de 2500 a.C., já conheciam um produto cozido à base de cereais e água. Mas, a primeira referência do macarrão cozido, e a mais próxima ao Ocidente, está no Talmud de Jerusalém, o livro que traz as leis judaicas do século 5 a.C. O "itriyah" dos antigos hebreus era uma espécie de massa chata usada em cerimônias religiosas. Em Roma, no século 7 a.C., comia-se uma papa de farinha cozida em água, chamada "pultes". Com legumes e carne era chamada de "puls púnica". Com queijo fresco e mel, "puls Julia".
Na versão mais comum, o macarrão teria chegado ao Ocidente em 1295, pelas mãos de Marco Polo, mercador veneziano que visitou a China, onde passou 17 anos e teria conhecido a iguaria. Mas, na verdade, isso não passa de uma lenda difundida a partir dos Estados Unidos no final do século 19, Entretanto, na Itália, em 1279, foi registrada, em um inventário, que soldado genovês, Ponzio Bastione, deixava à família uma "cesta de massas".
A palavra utilizada no inventário era macaronis, que seria derivada do verbo maccari, de um antigo dialeto da Sicília, que significa achatar que, por sua vez, vem do grego makar, que quer dizer sagrado. O termo macarrão foi usado na Idade Média para indicar vários tipos de massas.
A versão mais aceita pelos historiadores até a descoberta dos arqueólogos chineses em 2005 (ver box à direita) afirmava que os árabes são os verdadeiros pais do macarrão, levando-o à Sicília no século 9, quando conquistaram a maior ilha italiana. Era uma massa seca para melhor conservação nas longas travessias pelo deserto.
Nesta época, a Sicília tornou-se o centro mais importante do comércio e exportação de macarrão. Os navegadores genoveses transportavam o produto para importantes portos do Mediterrâneo, como Nápoles, Roma, Piombino, Viareggio.
Apesar das confusões, uma coisa é certa: a partir do século 13, os italianos foram os maiores difusores do macarrão no mundo e inventaram mais de 500 variedades de tipos e formatos. São também os maiores consumidores, refestelando-se com 28,2 kg de massa ao ano por pessoa. Os brasileiros aparecem como 4º do ranking, com um consumo anual de 5,8 kg por pessoa.
MACARRÃO NO BRASIL
No Brasil, aliás como em boa parte do mundo, o macarrão chegou pelas mãos dos imigrantes italianos, na segunda metade do século 19 e foi facilmente assimilado e introduzido nos nossos hábitos alimentares, principalmente na região Sul do país. O crescente interesse da população pelo produto, fez surgir pequenas fábricas de macarrão, que tinham sempre como mão de obra a família italiana. E, foi assim, com uma produção rudimentar, de baixo volume e bem caseira, até começarem a surgir as primeiras indústrias de massas alimentícias, que, nos dias atuais, possuem modernas máquinas e alta tecnologia e respondem pela terceira maior produção do mundo.

BENDITA MASSA NOSSA DE CADA DIA!
Sabe-se que o macarrão começou a ser preparado logo que o homem descobriu que podia moer alguns cereais, misturar com água e obter uma pasta cozida ou assada. É difícil dizer, porém, onde e quando isso aconteceu. A história do macarrão se confunde com alguns fatos históricos, que mostram a trajetória desse apreciado produto ao longo dos séculos.
Textos de civilizações antigas relatam que os assírios e babilônios, por volta de 2500 a.C., já conheciam um produto cozido à base de cereais e água. Mas, a primeira referência do macarrão cozido, e a mais próxima ao Ocidente, está no Talmud de Jerusalém, o livro que traz as leis judaicas do século 5 a.C. O "itriyah" dos antigos hebreus era uma espécie de massa chata usada em cerimônias religiosas. Em Roma, no século 7 a.C., comia-se uma papa de farinha cozida em água, chamada "pultes". Com legumes e carne era chamada de "puls púnica". Com queijo fresco e mel, "puls Julia".
Na versão mais comum, o macarrão teria chegado ao Ocidente em 1295, pelas mãos de Marco Polo, mercador veneziano que visitou a China, onde passou 17 anos e teria conhecido a iguaria. Mas, na verdade, isso não passa de uma lenda difundida a partir dos Estados Unidos no final do século 19, Entretanto, na Itália, em 1279, foi registrada, em um inventário, que soldado genovês, Ponzio Bastione, deixava à família uma "cesta de massas".
A palavra utilizada no inventário era macaronis, que seria derivada do verbo maccari, de um antigo dialeto da Sicília, que significa achatar que, por sua vez, vem do grego makar, que quer dizer sagrado. O termo macarrão foi usado na Idade Média para indicar vários tipos de massas.
A versão mais aceita pelos historiadores até a descoberta dos arqueólogos chineses em 2005 (ver box à direita) afirmava que os árabes são os verdadeiros pais do macarrão, levando-o à Sicília no século 9, quando conquistaram a maior ilha italiana. Era uma massa seca para melhor conservação nas longas travessias pelo deserto.
Nesta época, a Sicília tornou-se o centro mais importante do comércio e exportação de macarrão. Os navegadores genoveses transportavam o produto para importantes portos do Mediterrâneo, como Nápoles, Roma, Piombino, Viareggio.
Apesar das confusões, uma coisa é certa: a partir do século 13, os italianos foram os maiores difusores do macarrão no mundo e inventaram mais de 500 variedades de tipos e formatos. São também os maiores consumidores, refestelando-se com 28,2 kg de massa ao ano por pessoa. Os brasileiros aparecem como 4º do ranking, com um consumo anual de 5,8 kg por pessoa.
MACARRÃO NO BRASIL
No Brasil, aliás como em boa parte do mundo, o macarrão chegou pelas mãos dos imigrantes italianos, na segunda metade do século 19 e foi facilmente assimilado e introduzido nos nossos hábitos alimentares, principalmente na região Sul do país. O crescente interesse da população pelo produto, fez surgir pequenas fábricas de macarrão, que tinham sempre como mão de obra a família italiana. E, foi assim, com uma produção rudimentar, de baixo volume e bem caseira, até começarem a surgir as primeiras indústrias de massas alimentícias, que, nos dias atuais, possuem modernas máquinas e alta tecnologia e respondem pela terceira maior produção do mundo.
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